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MP apura se conselheira do TCE atuou como funcionária fantasma

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) instaurou um procedimento preparatório para investigar a conselheira do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Alana Galdino, por suposto recebimento de remuneração sem a efetiva prestação de serviços.

Alana Galdino, filha do presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino, esteve lotada na Secretaria de Planejamento do Estado até março de 2025, quando deixou o cargo para disputar a vaga de conselheira no TCE.

De acordo com a denúncia, há indícios de que ela ocupava um cargo que exige regime de dedicação integral, enquanto cursava simultaneamente Medicina em tempo integral em uma instituição de ensino de Campina Grande, o que poderia comprometer o cumprimento das atribuições funcionais.

Para o MPPB, o eventual recebimento de salários sem a correspondente prestação de serviços pode configurar desvio de recursos públicos e violação aos princípios da moralidade, eficiência e legalidade, caracterizando, em tese, atos de improbidade administrativa com possível prejuízo ao erário.

 

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