Aumento de salários de vereadores de Guarabira ainda repercute e jovem liderança do município ressalta indiferença dos parlamentares a bons exemplos

Na cidade de Guarabira PB, ainda repercute sobre o pedido de aumento dos dos vereadores. Em nota publicada em redes sociais, na manhã desta quarta-feira 17 de junho, um jovem publicou o seu desabafo, sobre o fato. Na nota Vitor Cavalcante, descreve a política como uma arte, daqueles que se agrupam em benefício próprio e que o estado se acostumou a se automanutenciar com os recursos da sociedade.

O Jovem disse ainda, que os oito vereadores que votaram na Câmara Municipal em favor do aumento de salários para o legislativo e executivo, esqueceram, tragicamente, da crise econômica superveniente e de um povo que sofre mediante ausência de políticas públicas eficientes.

Confira na íntegra!

Política como a arte daqueles que se agrupam para beneficiar os indivíduos é algo extremamente remoto e escasso no Brasil, não é novidade para ninguém! O Estado se acostumou a se automanutenciar com os recursos da sociedade, resultado: temos uma classe política cada vez mais forte e uma sociedade cada vez mais fraca e desfalcada. Digo com segurança que essa é a maior inversão de valores que pode existir, aquela em que o poder público se beneficia e não ao povo!
Sob esse contexto é que oito vereadores na Câmara Municipal de Guarabira aprovaram o aumento de salários para o legislativo e executivo; esqueceram, tragicamente, da crise econômica superveniente e de um povo que sofre mediante ausência de políticas públicas eficientes.
São Tomás de Aquino dizia que amigos são aqueles que pensam, querem e rejeitam as mesmas coisas, acontece que a população se manifestou, repercutiu negativamente a notícia do aumento, mas os oito vereadores que aprovaram não pensaram, quiseram ou rejeitaram a mesma coisa que a população, concluímos com as premissas da lógica que os tais não são amigos do povo, porque se encontram numa via completamente contrária aos interesses sociais.
Há quem julgue que o povo pensa com a barriga e acredite que algumas cestas básicas cubra essa imoralidade, outros se apegam a mentira de que eram legalmente obrigados a aprovar. Ora, a mentira tão antiga e tão presente, engana quem se deixa enganar! Sabemos que a Constituição estabelece o teto, sabemos que havia a necessidade de votar o projeto, mas aprovar um aumento tão estapafúrdio respaldado em narrativas mentirosas aponta para uma desonestidade intelectual e canalhice tão grande que penso que eles devem imaginar que somos mesmo seus jumentos de cargas.
Cabe ainda aqueles que votaram contra o aumento fazer jus ao seu discurso e ato (em caso de reeleição): doem, abram mão do diferencial aumentado para 2022. Façam esse dinheiro retornar à sociedade.
Os oito vereadores que aprovaram já demonstraram sua inimizade e indiferença a dor de um povo que pena sob a desgraça de uma doença fatal para muitos. O Prefeito ainda precisa sancionar, se assim o fizer; nós, o povo, lembraremos dessa inimizade e descaso nas urnas!

João Vitor Cavalcanti dos Santos

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