Em depoimento, Waldson diz que Noquinha não tinha capacidade para governar Bayeux e confirma indicação de secretários

O secretário de Planejamento do Estado, Waldson de Souza, depôs na tarde desta segunda-feira (18), na Comarca de Bayeux, sobre o processo que apura a compra de apoio de vereadores para cassar o ex-vice-prefeito do município, Luiz Antônio (PSDB). Waldson foi acusado por Mauri Batista, Noquinha (PSL), ex-prefeito interino da cidade, de exigir, junto com o ex-governador, Ricardo Coutinho (PSB), as Secretarias de Educação e Saúde em troca de apoio do Governo do Estado à administração municipal.

Durante depoimento, Waldson confiemou que indicou os nomes para as respectivas pastas, mas negou qualquer imposição. Ele afirmou que foi procurado por Noquinha pedindo para intermediar uma reunião com o governador, a fim de tirar a cidade do caos financeiros e administrativo que se encontra. O encontro, segundo Waldson, com o governador foi no dia da cassação de Luiz Antônio. Na conversa foi sugerido os nomes do professor George para Secretaria de Educação e Edvan Benevides para a Saúde e que nunca interferiu nas decisões das secretarias nem na gestão municipal.

O secretário de Planejamento do Estado atribuiu as declarações de Noquinha, tribuna da Câmara, afirmando que entregou as duas secretarias ao governador, revela a falta de capacidade técnica do ex-prefeito interino. Waldson ressaltou que o próprio Noquinha fez várias pedidos públicos de ajuda ao então governador Ricardo Coutinho. Segundo o secretário, o último convênio celebrado no Pacto Social com a prefeitura de Bayeux foi na gestão do prefeito Expedito Pereira e  que a contrapartida não é financeira, mas com indicadores socias. O processo que pode anular a cassação de Luiz Antônio da cidade de Bayeux, se encerrou hoje. O juiz, Dr. Francisco Antunes Batista abriu os prazos para as alegações finais para depois dá a sentença.

Confira o depoimento no link abaixo:

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